A alopecia areata (AA) é uma doença autoimune caracterizada pela perda de cabelo não cicatricial. Um estudo de fase 3 avaliou as respostas imunes primárias à vacina MenACWY-CRM e secundárias ao reforço com toxoide tetânico (Tdap) em pacientes com AA tratados com ritlecitinib. Os participantes do estudo ALLEGRO-LT que receberam ritlecitinib 50 mg uma vez ao dia por pelo menos 6 meses foram elegíveis. No geral, as respostas imunes primárias e secundárias às vacinas foram observadas nos pacientes com AA durante a terapia crônica com ritlecitinib, com boa tolerância e sem exacerbação da doença de base.
O estudo foi limitado pelo tamanho da amostra, mas os resultados mostraram que as vacinas foram bem toleradas, sem eventos adversos relacionados à vacina, eventos adversos graves ou interrupções permanentes devido a eventos adversos. O estudo foi registrado no ClinicalTrials.gov com o identificador NCT04006457.
Entre em contato para assuntos comercias, clique aqui.
O procedimento estético que a jornalista Priscilla Aguiar decidiu fazer para melhorar sua autoestima se transformou em um longo processo de recuperação. Após uma rinomodelação com uma biomédica esteta, ela desenvolveu necrose em três partes do nariz, passando por internação hospitalar, tratamento prolongado e anos de disputa judicial. Priscilla conta que a experiência a fez perceber a importância de escolher profissionais capacitados para realizar procedimentos estéticos. Ela ressalta que só conseguiu salvar seu nariz graças ao trabalho de uma dermatologista. Diante do ocorrido, Priscilla decidiu alertar outras pessoas e criou uma página nas redes sociais chamada Estética de Risco, onde compartilha relatos de pacientes que tiveram complicações após procedimentos estéticos. O relato da jornalista será destaque no fórum "A Dermatologia brasileira e a defesa do Ato Médico", promovido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. O evento reunirá especialistas, representantes de entidades médicas e autoridades do judiciário para discutir os riscos do exercício ilegal da medicina e seu impacto na saúde pública. O fórum faz parte do Pacto pela Medicina Segura, firmado entre a SBD e o CFM, com o objetivo de fortalecer o exercício ético e legal da medicina e proteger os pacientes. O presidente da SBD destaca a importância de debater a segurança do paciente e a qualificação profissional durante o evento.