Sydney F. Tan, MD, estima que trabalha de 70 a 80 horas por semana, o que pode ser estressante, porém também gratificante. De acordo com um estudo com mais de 500 residentes, as horas trabalhadas não estão associadas ao esgotamento, mas sim ao estresse e à melhoria da competência. A qualidade do ambiente de trabalho, cultura organizacional e treinamento são fatores essenciais para o bem-estar dos residentes. O esgotamento continua sendo uma preocupação na área da saúde, com 60% dos médicos e residentes relatando sentimentos de esgotamento em 2024. Regras foram implementadas para limitar a jornada de trabalho dos residentes a 80 horas por semana, visando combater a fadiga e garantir a segurança dos pacientes. Estudos mostram que o esgotamento começa na faculdade de medicina e piora durante a residência, sendo este um período desafiador na formação dos profissionais de saúde. Pesquisas recentes não encontraram uma associação significativa entre as horas trabalhadas e o esgotamento, mas sim com o estresse e a competência percebida. É fundamental compreender as diferenças entre estresse e esgotamento, sendo este último mais duradouro e impactante. Estudos futuros devem considerar esses aspectos para promover o bem-estar dos profissionais de saúde.