Com a grande variedade de aparelhos de luz vermelha no mercado, fica desafiador indicar qual é o mais adequado e como orientar pacientes sobre o uso correto. Em uma entrevista, especialistas discutem como prescrever essa terapia e a importância de validações independentes ou aprovações regulatórias para confirmar a potência e a irradiância do equipamento. Mesmo com o comprimento de onda adequado, a energia emitida pode ser insuficiente para produzir efeito terapêutico; essa pouca energia pode impedir benefícios clínicos reais. A orientação prática sugere cerca de 10 minutos de aplicação em dias alternados, mas não há uma regra rígida: a frequência ótima depende do objetivo do paciente. O conteúdo também enfatiza a importância de registrar a evolução do tratamento para acompanhar a resposta, prática comum em terapias dermatológicas. Para quem não procura dermatologista, a terapia de luz vermelha continua útil para bem-estar geral e exposição à luz; a recomendação é considerar o uso do dispositivo na maioria das pessoas. Se alguém pudesse se expor ao nascer e ao pôr do sol por 15 a 20 minutos, com iluminação avermelhada, não precisaria do aparelho; porém esse cenário é cada vez menos comum, o que sustenta a adoção quase universal da terapia.