A terapia com luz vermelha costuma ser segura para a maioria das condições dermatológicas quando usada com moderação; contudo, uso excessivo pode provocar cefaleias, lesões oculares e outros efeitos adversos evitáveis com precauções simples. Especialistas destacam que, embora ocorram poucos eventos graves, a prática não é isenta de riscos; energia elevada ou proximidade excessiva podem aumentar a chance de problemas. Danoss oculares são a principal preocupação: manter proteção adequada e evitar distância excessiva entre a fonte de luz ajuda a reduzir o risco, sobretudo se houver componentes oculares que possam absorver a energia. Dispositivos para degeneração macular são diferentes dos usados na dermatologia; quem utiliza a terapia deve sempre usar a proteção ocular fornecida pelo equipamento. Pessoas com olhos mais escuros ou pele pigmentada podem ter maior propensão ao aquecimento e a alterações pigmentares; relatos isolados de mudanças de pigmentação já foram observados em peles de tom mais intenso. O uso excessivo também está ligado a efeitos adversos; a ideia de que mais é melhor pode falhar, e os efeitos colaterais podem surgir com o uso prolongado. Entre as respostas comuns ao uso excessivo está o aparecimento de cefaleias durante o período de recuperação, possivelmente relacionado à vasodilatação; a causa exata ainda não está plenamente definida.