O Conselho Federal de Medicina recebeu a presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia para discutir ações conjuntas contra projetos de lei que criminalizam a prática obstétrica. Estiveram presentes na reunião o presidente do CFM, o 1º vice-presidente e conselheiros federais, incluindo Raphael Câmara, Alceu Pimentel e Waldemar Amaral. A dirigente da Febrasgo enfatizou a importância de unir forças entre as entidades para enfrentar pautas legislativas que impactam diretamente o exercício obstétrico. O presidente do CFM, Hiran Gallo, ressaltou a necessidade de convergência institucional na defesa da medicina e da saúde da população, destacando o monitoramento legislativo para impedir a aprovação de propostas desse tipo. Foi apresentada pela instituição a plataforma Medicina Segura, voltada à apuração de dados sobre danos decorrentes de intervenções no ato médico, com convite à Febrasgo para aderir ao acordo. Ao final, as organizações reiteraram o compromisso de trabalho conjunto, com o CFM assegurando espaço para a Febrasgo na Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia.