A necessidade de ampliar a presença dos médicos jovens nas entidades médicas, fortalecer o planejamento de carreira e manter a dimensão humana da profissão foram temas discutidos no VI Fórum da Comissão de Integração do Médico Jovem do Conselho Federal de Medicina (CFM), realizado em Campina Grande (PB).
No primeiro painel, intitulado "O médico jovem não pode ser apenas espectador: deve ser voz!", os participantes abordaram a importância da participação dos jovens médicos nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), no CFM e em entidades representativas da categoria.
O conselheiro federal Carlos Magno Dalapicola ressaltou a necessidade de engajamento dos jovens médicos nas entidades, alertando para a importância de equilibrar objetivos financeiros com a formação profissional. A vice-presidente da Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil (Aemed-BR), Arina Nobre, destacou a importância de transformar a inquietação dos jovens em propostas concretas e abordou os desafios enfrentados pelas mulheres na medicina.
Membro da Comissão de Integração do Médico Jovem do CFM, Levi Costa Carioca enfatizou a valorização do ato médico e das condições de trabalho dignas, defendendo a união das entidades médicas. Fernando Melo Neto, membro da Câmara Temática do Médico Jovem do CRM-PB, ressaltou a importância do protagonismo dos médicos jovens e acadêmicos.
No painel "Escolher bem também é ato médico: carreira, propósito e sustentabilidade", os participantes discutiram os desafios iniciais da carreira, os critérios para escolha dos primeiros empregos e a importância do planejamento a longo prazo. Willian Adami, da Comissão de Integração do Médico Jovem do CFM, destacou a especialização médica como crucial para a estabilidade profissional.
O conselheiro do CRM-PB Guilherme Veras Mascena incentivou os jovens médicos a refletirem sobre perfil profissional, vocação e ética médica. Marcio Rossani, da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), abordou os desafios éticos da publicidade médica e a importância de utilizar as redes sociais de forma ética.
No último painel, foram discutidas reflexões sobre humanidade, espiritualidade e propósito na medicina. A médica Maria do Desterro Leiros da Costa destacou estudos que relacionam espiritualidade a menores índices de depressão, suicídio e dependência química, ressaltando a importância dessa dimensão humana na prática médica.
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A maternidade é um momento repleto de emoções e desafios, que podem afetar diretamente a saúde da pele das mães. Em comemoração ao Dia das Mães, a Sociedade Brasileira de Dermatologia destaca a importância de cuidar da pele em meio às questões emocionais. A dermatologista Juliana Mendonça, coordenadora do Departamento de Psicodermatologia da SBD, ressalta que o estresse e a sobrecarga emocional podem desencadear problemas dermatológicos, como acne, inflamações e cicatrizes. Além disso, condições como alergias, dermatite, rosácea e queda de cabelo também são comuns em mães devido à ansiedade, estresse e falta de sono. Juliana alerta que a falta de sono pode levar a problemas mentais, desregulação hormonal e aumento do risco de doenças como obesidade e diabetes. Nesse contexto, a psicodermatologia se destaca como uma abordagem essencial, integrando cuidados com a pele e saúde mental. A especialista enfatiza a importância de sinais simples que indicam a necessidade de cuidados emocionais, como a falta de autocuidado. Recomenda uma rotina de skincare básica, incluindo sabonete adequado, hidratante com protetor solar e produtos específicos para a área dos olhos. Mais do que a estética, Juliana destaca a importância do equilíbrio e realismo, ressaltando que em períodos de muitas atividades, focar no básico que funciona é fundamental.