Nos últimos dez anos, o manejo da dermatite atópica passou por transformações significativas. O primeiro biológico foi aprovado em 2017, e desde então houve crescimento constante no número de biológicos e inibidores de JAK aprovados para uso sistêmico.
Além disso, surgiram várias moléculas tópicas novas. Embora a maioria dos pacientes ainda utilize terapias tópicas, hoje existem opções além de corticosteroides tópicos e inibidores da calcineurin. Entre elas estão inibidores da fosfodiesterase 4, inibidores tópicos de JAK e também um agonista tópico do receptor aril hidrocarboneto.
À medida que casos moderados a graves aumentam, dermatologistas costumam enfatizar as terapias sistêmicas, mas os avanços nos tratamentos tópicos também ganham destaque, beneficiando uma parcela maior de pacientes.
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