É conhecido que a hereditariedade representa a maior parte do risco de desenvolver dermatite atópica, o que dificulta intervenções sobre esse componente.
Entre os elementos ambientais que podem ser alterados, estima-se que cerca de 20% do risco seja passível de modificação, embora ainda não se saiba exatamente quais fatores são determinantes nem como atuar sobre eles.
A prevenção mais estudada envolve a aplicação regular de emolientes desde a primeira infância. Em pesquisas com crianças de menor risco, o uso consistente de hidratantes pode reduzir a incidência da doença, mas em grupos de maior predisposição os resultados costumam ser menos consistentes.
Em suma, para a maioria das pessoas medidas simples podem não prevenir a dermatite atópica; no entanto, em subgrupos específicos, o cuidado com a pele pode trazer benefícios, conforme apontado por estudos conduzidos pelo dermatologista Eric Simpson.
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