A diretoria do Conselho Federal de Medicina apresentou, aos conselheiros suplentes, as ações estratégicas da autarquia, destacando a transformação digital, a qualificação profissional e projetos que visam coibir a invasão do ato médico.
O presidente do CFM, José Hiran Gallo, convidou para o VII Encontro Luso-Brasileiro de Bioética, que será realizado nos dias 7 e 8 de julho, na sede da instituição, em Brasília.
A 2ª vice-presidente, Rosylane Rocha, estimulou o uso da plataforma Medicina Segura, criada para ampliar a segurança ao denunciar danos decorrentes da invasão do ato médico.
O 1º secretário e responsável pela TI, Hideraldo Cabeça, apresentou o panorama da transformação digital em andamento, com marcos como a criação da Autoridade de Registro do CFM, a identidade profissional eletrônica e a plataforma de prescrição eletrônica.
Foi ressaltado que o CFM já emitiu cerca de 420 mil certificados digitais para médicos e que a plataforma de prescrição eletrônica já ultrapassou 50 milhões de documentos desde 2021, com aproximadamente cinco mil novos usuários aderindo mensalmente.
Outra pauta abordada foi a Plataforma Nacional de Saúde, desenvolvida em parceria com o CNJ a partir do Tema 1.234 do STF. O CFM participou de discussões com STF, Ministério da Saúde, Conass e Conasems para viabilizar um relatório eletrônico único, válido na esfera administrativa e judicial, reduzindo burocracia, retrabalho e agilizando o acesso dos pacientes a tratamentos no SUS.
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