O Conselho Federal de Medicina afirma que a Medida Provisória 1.370/2026 não aborda de forma adequada elementos cruciais de qualificação, treinamento e aprendizado exigidos para formar médicos.
A proposição surge num momento de mobilização da entidade pela melhoria da qualidade do ensino médico e pela criação de um exame de proficiência. O CFM esclarece que não participou da redação do texto e pretende apresentar emendas durante a tramitação no Congresso.
Segundo o órgão, a proteção da população e o avanço da medicina no Brasil dependem de mecanismos rigorosos que avaliem a formação dos profissionais de saúde.
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