O Conselho Federal de Medicina (CFM) expressou apoio à nota pública divulgada pela Confederação Médica Ibero-Latino-Americana e do Caribe (CONFEMEL), que pede ao Governo da Venezuela a libertação imediata de médicos detidos por motivações políticas no país. A CONFEMEL demonstrou preocupação com a detenção de profissionais de saúde por razões políticas, ressaltando que a privação de liberdade desses médicos representa uma grave afronta aos princípios humanitários, éticos e democráticos. A nota destaca a necessidade de libertação não apenas dos médicos detidos injustamente, mas de todos os presos políticos no país.
O 1º vice-presidente do CFM e 1º vice-presidente do Comitê Executivo da CONFEMEL (gestão 2022–2024), Emmanuel Fortes, enfatizou que a prisão de médicos por motivos políticos viola princípios fundamentais da liberdade de expressão, especialmente em defesa das condições ideais para o exercício da medicina. Fortes ressaltou a importância da atuação conjunta de entidades médicas para denunciar esse tipo de violação e garantir a visibilidade do caso.
O CFM, reconhecido como uma das maiores entidades médicas do mundo, afirmou que continuará acompanhando casos de violações à autonomia profissional e aos direitos dos médicos na região. A entidade se comprometeu a apoiar iniciativas de organismos internacionais em defesa da liberdade, justiça e Estado de Direito, reforçando seu papel relevante no cenário internacional.
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