O Departamento de Saúde e Serviços Humanos lançou uma medida para acompanhar lesões ligadas a vacinas e recompensar profissionais que registrarem suspeitas de danos.
Foi apresentada uma clínica dedicada ao estudo e ao cuidado de pacientes com problemas de saúde após a vacinação, durante uma cerimônia no campus de Bethesda com autoridades do HHS e do NIH.
Especialistas veem o movimento como redundante aos mecanismos de segurança existentes, embora reconheçam alinhamento com a postura do secretário Kennedy sobre o tema.
Um médico observa que Kennedy pode tentar usar dados para sustentar a ideia de que vacinas causam danos crônicos, o que ele considera problemático.
O relatório cita um surto de sarampo nos EUA, com milhares de casos e várias mortes, incluindo ocorrências na Pensilvânia.
A HHS não respondeu a perguntas da reportagem, limitando-se a reproduzir a declaração do secretário sobre ouvir pacientes e agir com base em evidências.
A CMS propõe reembolsar o tempo que médicos dedicam a relatar eventos suspeitos ao VAERS, sistema de notificação de efeitos adversos das vacinas.
O VAERS recebe relatos não verificados; especialistas destacam que seus dados não comprovam causalidade, enfatizando a necessidade de outras informações.
Além disso, a iniciativa quer que prontuários eletrônicos registrem eventos adversos para oferecer um retrato mais completo da saúde do paciente.
Os órgãos de saúde já utilizam redes como CDC e FDA para monitorar a segurança vacinal, com várias plataformas integradas em funcionamento.
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