O conjunto de opções para tratar dermatite atópica está se expandindo, passando a incluir biológicos e inibidores de moléculas pequenas.
Desde a aprovação do dupilumabe em 2017, o campo tem visto novas classes terapêuticas, com avanços tanto em biológicos quanto em inibidores orais. A expectativa agora é por biológicos com mecanismos de ação diferentes e vida média mais longa, o que poderia reduzir a frequência de aplicações e o número de injeções para os pacientes.
Alvos promissores incluem OX40 e as vias IL-4/IL-13, com o objetivo de desenvolver moléculas de meia-vida estendida que mantenham o efeito por mais tempo.
Quanto aos agentes orais, há moléculas emergentes com dados iniciais alentadores. Em uma apresentação recente, foi mostrado um degrader de STAT-6 em fases iniciais; são necessários estudos maiores para confirmar eficácia e segurança, mas o cenário sugere novas opções promissoras no futuro próximo.
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