O Conselho Federal de Medicina (CFM) está chamando a atenção da população para a atuação de odontólogos na área de cirurgia de cabeça e pescoço, o que tem levantado preocupações sobre a invasão do ato médico. Segundo o CFM, a realização de procedimentos invasivos nessa região por profissionais sem formação médica representa um risco real para a sociedade.
Em uma publicação nas redes sociais, o CFM reforçou que a Resolução CFM nº 2.416/2024 estabelece que atos cirúrgicos complexos e diagnósticos nosológicos devem ser realizados por profissionais com mais de 7.200 horas de formação, algo que apenas a Medicina oferece. A entidade alerta para a importância de respeitar essa formação específica para garantir a segurança e a qualidade dos procedimentos realizados na área de cirurgia de cabeça e pescoço.
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